Levava com si, uma dor no peito, e amor no coração (…) O amor fazia bem, fazia sorrir, e dar algumas gargalhas.
A dor, era o amor também, arrombando todas as portas, fazendo o maior estrago, a maior bagunça. E depois ia.. Ia sem arrumar nada. Coração cansado, machucado, e partido. Se congelou, se fechou,
não sentiu mais nada, nem alegria, nem a dor. Nem o ódio, nem o amor. Preferiu assim.
Mas a dor é persistente, fica, gruda.. E mesmo que passe o tempo, ela deixa algumas cicatrizes, que doem, que fazem cair algumas lágrimas. Mas com o tempo aprendeu.
Aprendeu a ser forte, a aguentar algumas palavras e atitudes que a cortavam por dentro, com um sorriso no rosto. Mas não foi fácil,
ela ainda disfarça. Ainda chora. Mas ela engasga suas lágrimas e solta uma risadas, dizendo que está bem. Guardando tudo pra ela. Que corta, machuca e mata todos os dias
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